quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Minhas séries favoritas - Comédias

Tudo começou em 1990 com Seinfeld, uma série sensacional sobre o nada, produzida por Larry David e o próprio Seinfeld e que durou 9 temporadas e é um clássico das sitcoms americanas, com seus personagens preconceituosos.



Depois disso, comecei a seguir 3rd Rock from the Sun outra série muito boa, um grupo de extraterrestres vem para a Terra para pesquisar e viver como seres humanos. A graça vem das tentativas de entender a sociedade humana e, devido à sua vida como próprios humanos enquanto na Terra, entender sentimentos e costumes.

É também uma sátira dos esforços de estrangeiros para se adaptarem aos costumes de uma outra cultura. Ao longo dos episódios, tornam-se mais habituados à Terra e, muitas vezes, mais interessados em suas vidas humanas do que em sua missão.

O elenco é muito bom, com John Lithgow, Joseph Gordon-Levitt ainda criança.


Já totalmente apaixonado por esse gênero americano, assisti com prazer a história de 6 amigos que vivem juntos, Friends, conquistou ao longo dos anos público e crítica, e marcou para sempre os atores, tanto que muitos deles não conseguem fugir do personagem que interpretaram ao longo de anos. Talvez a única atriz que teve um sucesso maior foi Jennifer Aniston, não só pela vida pessoal, como pelos filmes que fez ao longo dos anos pós-seriado.



Ainda falando sobre comédias, uma das minhas favoritas era According to Jim, com o sensacional James Belushi, o início da temporada foi 2001 e terminou depois de 8 temporadas em 2009.



Everybody Loves Raymond também teve um lugar carinhoso na grade de sitcoms que eu assistia, a série teve início em 1996 e terminou em 2005, o grande trunfo da série eram os pais do personagem principal, Raymond.

Eles sim eram as estrelas da série, e em qualquer família você poderá encontrar uma pessoa parecida com eles.


Como nunca gostei de séries que viviam o drama dos hospitais, a não ser House, foi com alívio que conheci Scrubs série estrelada por Zack Braff, contava a história de dois amigos que trabalham em um hospital, mas ao invés de mostrar diagnósticos ou cirurgias, a série focava nos problemas pessoais dos personagens, como o bullying que o personagem de Zack sofria por parte do médico encarregado do seu treinamento, as pegadinhas do funcionário de limpeza e dos momentos românticos dos personagens.


Fã de Michael J. Fox desde seu personagem em De volta para o futuro, gostava bastante de assistir Spin City onde ele fazia o assessor do prefeito, e tinha que lidar com diversas situações embaraçosas, a série teve 6 temporadas, mas Michael só fez 4 por causa do diagnóstico de sua doença se afastou das filmagens para se tratar, sendo substituído por Charlie Sheen nas 2 últimas temporadas.



E para fechar as minhas favoritas, That´s 70´s show no canal Sony foi a única que eu assisti sem perder nenhum episódio.

Adorava a Donna ( a atriz ruiva e linda Laura Prepon), e ria mesmo com o pai do personagem principal que sempre zoava o filho.

Foi a série que lançou Thoper Grace, Mila Kunis, e o chato Ashton Kutcher...





Texto: Marcello Lopes
Fotos: Google

El Pendulo



A livraria começou como uma combinação de cafeteria e livraria, localizada no bairro de Condesa, no ano de 1993. 

Desde a sua concepção outros eventos culturais e artísticos originais foram integrados a partir de uma preciosa coleção de discos e filmes de arte para todas as atividades culturais, tais como concertos, lançamentos de livros e cursos literários. 

Com o tempo, a Pêndulo tem evoluído para se tornar um dos centros culturais mais importantes da América Latina.

A Pêndulo tem agora seis filiais, todas na Cidade do México. 

Em cada uma delas, são as mesmas características que a distinguiram ao longo do tempo: uma arquitetura eclética e brilhante decoração, juntamente com o seu bar, suas salas de estar com mesas e música, criadas para alcançar um ambiente inigualável. 

O acervo é conhecido pelo sua excelente variedade e seleção, especializada em literatura, arte e ciências humanas.

Na loja Pêndulo Roma já se apresentaram vários artistas conhecidos mundialmente como Lila Downs, Julieta Venegas, Jorge Drexler e Café Tacuba. 


Fotos das lojas da rede: 





































Informações da própria livraria.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

12 years a slave


Assisti o filme hoje, depois da premiação do Golden Globe, na verdade não iria assistir por que não tinha gostado do último filme do diretor Steve McQueen, Shame, com Michael Fassbender, achei pesado, amoral, com uma história que não explica a que veio. Mas enfim, decidi assisti-lo por 2 motivos:

1) Tenho um certo apreço pela história dos Estados Unidos
2) O elenco, a trilha sonora me chamou muito atenção


Baseado em fatos reais, traz a história do negro Salomon que vive em NY com sua esposa e filhos, livre, trabalhando, sendo respeitado pelos brancos, quer dizer, por quase todos, em um dia, é apresentado à dois homens que querem contratar seus serviços, mas tudo não passa de uma farsa, logo ele é acorrentado e enviado para o sul de navio, onde mais tarde seria vendido como escravo nas plantações de algodão e cana de açúcar.

Daí para frente uma série de tragédias, abusos e indiferenças seguem o caminho de Salomon, que como o título explica ficou escravizado por 12 anos, sendo libertado por causa de um abolicionista canadense.

Um filme poderoso, emocionante que nos toca e nos envergonha, principalmente por que o Brasil foi o país que mais demorou a encerrar o comércio de seres humanos. Uma mancha na história dos dois países.

12 Years a Slave tem como diretor Steve McQueen (Shame), que repete sua parceria com Michael Fassbender pela terceira vez. Ainda no elenco estão Chiwetel Ejiofor, Brad Pitt, Benedict Cumberbatch, Paul Dano, Paul Giamatti e Sarah Paulson.





Vale muito a pena. É em minha humilde opinião, um dos grandes favoritos para o Oscar, não só de filme, mas ator principal, ator coadjuvante, trilha, fotografia, roteiro adaptado.

Vamos torcer !!!

Marcello Lopes

domingo, 12 de janeiro de 2014

Biblioteca Kanazawa Unimirai



Construída em Março de 2011 pela empresa de arquitetura Coelacanth K&H Architects. 

A Biblioteca Kanazawa Unimirai está localizada na cidade japonesa do mesmo nome, localizada na província de Ishikawa.

No espaço interior os arquitetos construíram um espaço que combina salas de reuniões com o salões de leitura, promovendo assim um intercâmbio entre seus usuários. 

projeto, tem medição de 45 m x 45 m, altura de cerca de 12 m, apoiado por 25 pilares que funcionam como um armazém de livros. 

A biblioteca é constituída por um único piso  calmo e tranquilo que se assemelha a uma floresta, cheia de luz suave e uma sensação de abertura que lembra o exterior. 

O edifício representa um relacionamento contínuo que traz os livros e os seres humanos juntos, mesmo à medida que muda e evolui, transcendendo o tempo e a história. 

Este é um espaço que permite uma mistura composta de vários meios de comunicação que vão continuar a mudar e evoluir como pano de fundo uma época centrada na informação 

Um sistema de aquecimento de piso que aquece e resfria o prédio sob o piso foi instalado, a fim de tornar este grande espaço confortável para habitar, enquanto grandes aberturas de ventilação natural no telhado garantem um ambiente interno agradável e confortável durante os meses mais quentes. 

Calibrado e calculado com a máxima precisão, esta bela "caixa de bolo" veio a se tornar um novo símbolo da parte ocidental de Kanazawa, uma cidade que continua a enfrentar a rápida urbanização.


Planta da Biblioteca
























Maquete inicial da Biblioteca



Localização: Cidade de Kanazawa, Ishikawa, Japão 
Data de Conclusão: Março 2011
uso principal: Biblioteca 
Estrutura: Estrutura de aço, concreto armado (parcialmente) 
Área: 11,763.43 m²


Informações retiradas do site da empresa de arquitetura Coelacanth K&H Architects.