quarta-feira, 20 de março de 2013

Brazenhead Bookstore

Na cidade de Nova York, Michael Seidenberg tem a sua livraria dentro de casa, sem publicidade e nem mesmo cartões de negócios, ele administra tudo sem sair de casa.













Fotos: Untapped Cities

segunda-feira, 18 de março de 2013

Jumel Terrace Books

Um antiquário e livraria especializado em história do Harlem, local bem conhecido pela revolução que o jazz causou nos EUA e que ainda é sentida nos dias de hoje.

A Jumel Terrance Books é localizada no coração do Harlem, conta também com cozinha, banheiro e um grande quarto com cama de solteiro, mesa e todas as facilidades de um hotel, já que você pode se hospedar lá se não for da cidade. 

Além disso, a casa conserva um lindo jardim onde é realizado saraus e servido o café da manhã. 

Gostou? Você pode fazer as reservas no site http://www.jumelterracebnb.com 



Especializada em História, principalmente afro-americana


Funcionárias da livraria






Quem não mora na cidade pode se hospedar no segundo andar

Fotos: jumelterracebnb.com
Tradução: Marcello Lopes

sexta-feira, 15 de março de 2013

Izu Book Café


A livraria Izu Book Café em Shizuoka, projetada pelo escritório de arquitetura Bow Wow, está localizada em uma área arborizada e verde.

No café, diversas portas duplas conectam o jardim à parte interna, criando um ambiente aconchegante.

O projeto forma um L de concreto armado, com paredes em forma de zigue-zague, pintadas de branco, e a construção do telhado é formada por pranchas de madeira natural e vigas.

Na área interna vários tipos de assentos estão espalhados pelos quartos, que possuem uma atmosfera caseira casual. 

No outro extremo da construção há uma pequena residência para os donos do café.









O site do escritório é esse aqui

Tradução do texto da revista Home+Couture
Fotos: Bow Wow 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Último Homem Bom


Sob o pseudônimo de A. J. Kazinski, os dinamarqueses Anders Rønnow Klarlund e Jacob Weinreich criaram uma parceria literária que, com apoio de pesquisas na Itália e na Dinamarca, deu origem a O último homem bom.

Lançado em 2010 na Dinamarca, o livro logo se transformou em best-seller, e seus direitos já foram vendidos para mais de 20 países.

Subvertendo a lógica tradicional das obras do gênero, os heróis deste thriller empreendem uma caçada eletrizante não aos bandidos, mas às últimas pessoas boas do mundo.

Em Pequim, um monge cai morto em sua cela. Uma marca terrível e desconhecida cobre-lhe as costas. Em Mumbai, um economista adorado por ajudar os pobres morre de forma repentina.

Seu cadáver ostenta a mesma marca. Ao redor do mundo, há relatos de mortes semelhantes – e todas as vítimas eram humanitários.

Em Veneza, um policial dedicado lança pela Interpol um alerta para a polícia das principais capitais do mundo: encontrem as pessoas boas do seu país e digam-lhes o que está acontecendo.

Em Copenhague, onde estava para ser realizada a Conferência Mundial sobre o Clima, a tarefa é entregue ao detetive Niels Bentzon. Treinado para enxergar o pior da humanidade, a princípio ele não é bem-sucedido em sua busca.

Quando já estava quase desistindo, conhece Hannah Lund, uma cientista brilhante que o ajuda a juntar as peças do quebra-cabeça: segundo as escrituras judaicas, a cada geração existem na terra 36 pessoas boas, ou “justas”. Sua função é proteger-nos, e sem elas a humanidade pereceria.

Trinta e quatro estavam mortas e era preciso encontrar as outras duas.

Com ritmo ágil e um final que também foge à regra, O último homem bom combina a ação do thriller ao mistério da metafísica em uma trama intrigante que captura a atenção do leitor do começo ao fim e que já foi comparada à obra de nomes como Dan Brown e Stieg Larsson.

Texto: Editora Alaúde