quarta-feira, 13 de março de 2013

Último Homem Bom


Sob o pseudônimo de A. J. Kazinski, os dinamarqueses Anders Rønnow Klarlund e Jacob Weinreich criaram uma parceria literária que, com apoio de pesquisas na Itália e na Dinamarca, deu origem a O último homem bom.

Lançado em 2010 na Dinamarca, o livro logo se transformou em best-seller, e seus direitos já foram vendidos para mais de 20 países.

Subvertendo a lógica tradicional das obras do gênero, os heróis deste thriller empreendem uma caçada eletrizante não aos bandidos, mas às últimas pessoas boas do mundo.

Em Pequim, um monge cai morto em sua cela. Uma marca terrível e desconhecida cobre-lhe as costas. Em Mumbai, um economista adorado por ajudar os pobres morre de forma repentina.

Seu cadáver ostenta a mesma marca. Ao redor do mundo, há relatos de mortes semelhantes – e todas as vítimas eram humanitários.

Em Veneza, um policial dedicado lança pela Interpol um alerta para a polícia das principais capitais do mundo: encontrem as pessoas boas do seu país e digam-lhes o que está acontecendo.

Em Copenhague, onde estava para ser realizada a Conferência Mundial sobre o Clima, a tarefa é entregue ao detetive Niels Bentzon. Treinado para enxergar o pior da humanidade, a princípio ele não é bem-sucedido em sua busca.

Quando já estava quase desistindo, conhece Hannah Lund, uma cientista brilhante que o ajuda a juntar as peças do quebra-cabeça: segundo as escrituras judaicas, a cada geração existem na terra 36 pessoas boas, ou “justas”. Sua função é proteger-nos, e sem elas a humanidade pereceria.

Trinta e quatro estavam mortas e era preciso encontrar as outras duas.

Com ritmo ágil e um final que também foge à regra, O último homem bom combina a ação do thriller ao mistério da metafísica em uma trama intrigante que captura a atenção do leitor do começo ao fim e que já foi comparada à obra de nomes como Dan Brown e Stieg Larsson.

Texto: Editora Alaúde

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