terça-feira, 23 de agosto de 2011

Força Expedicionária Brasileira



O Sargento Max Wolff Filho foi um militar voluntário da Força Expedicionária Brasileira (FEB), nascido em Rio Negro-PR, em 29 de julho de 1912, alistou-se, aos 18 anos, no 15º Batalhão de Caçadores, Curitiba-PR, unidade extinta cujas instalações são hoje ocupadas pelo 20º Batalhão de Infantaria Blindada ("Batalhão Sargento Max Wolff Filho"). Tornou-se conhecido pelo seu destemor, renúncia e espírito de sacrifício, oferecendo-se para as mais arriscadas missões das quais sempre se saia triunfante.

Suas façanhas eram proclamadas pelas partes em combate e por vários correspondentes de guerra das imprensas nacional e estrangeira. No dia 12 de abril de 1945 o 1ª Batalhão do 11º Regimento de Infantaria (11º RI), recebeu a missão de reconhecer a região de Monte Forte e Biscaia, a denominada “terra de ninguém”. O Sargento Wolff foi voluntário para comandar a patrulha de reconhecimento, que foi constituída por 19 militares que se haviam destacado por competência e bravura em outros combates. Nesta missão, foi fatalmente atingido na altura do peito por uma rajada de metralhadora alemã que tirou-lhe a vida. Somente vários dias após sua morte seu corpo do foi encontrado, 

Por este ato de bravura, o Sargento Wolff, no ano de 1994 foi reconhecidamente homenageado pelo Exército Brasileiro como Denominador Histórico do 20º Batalhão de Infantaria Blindado. Foi também agraciado post mortem com as medalhas de Campanha de Sangue e Cruz de Combate, do Brasil; e com a medalha Bronze Star, dos Estados Unidos da América. Foi sepultado no Cemitério Militar Brasileiro, em Pistóia, na Itália; posteriormente, seus restos mortais foram trasladados para o Brasil.

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