segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Notícias do Mundo Livreiro

1) O americano Nicholas Sparks, que entre anjos e vampiros cavou espaço para seus romances açucarados e hoje aparece em dose dupla nas listas de mais vendidos, com Querido John e A Última música, chega ao Brasil na primeira semana de dezembro para visitar Rio, São Paulo e Porto Alegre. Antes disso, a Novo Conceito publica outro título dele, Diário de uma paixão.

2) A Livraria Saraiva lançou, na sexta-feira, seu aplicativo de leitura e compra de livros para o iPad, tablet da Apple. O software grátis pode ser baixado na loja de aplicativos App Store. Ele dá acesso à livraria digital on-line da Saraiva, com 1.500 títulos nacionais e 160 mil livros estrangeiros.

A expectativa, segundo Marcílio Pousada, presidente da empresa, é atingir 5 mil livros brasileiros em 2010. O aplicativo da Saraiva para iPad é o primeiro entre as grandes redes de livrarias no país. Fnac e Livraria Cultura já comercializam livros digitais, mas as versões não são compatíveis com o aparelho. O aplicativo levou três meses para ser desenvolvido pela equipe da Saraiva e também funciona no iPhone.

3) O nova-iorquino James Patterson foi o escritor mais bem pago do mundo entre julho de 2009 e junho de 2010, segundo ranking publicado pela "Forbes". Com US$ 70 milhões pagos, o autor de suspenses como Dupla Cilada para Cross e 2ª chance já assinou contrato de US$ 100 milhões até 2013, que prevê a escrita de outros 17 romances.

De acordo com a coluna Painel das Letras, em seguida na lista da revista americana figuram Stephenie Meyer (US$ 40 milhões), autora de Crepúsculo; Stephen King (US$ 34 milhões), Danielle Steel (US$ 32 milhões), e, em quinto lugar, Ken Follett (US$ 20 milhões).

4) Morreu ontem (29), aos 91 anos, por falência múltipla dos órgãos, Dorina de Gouvêa Nowill. Cega desde os 17, foi uma das grandes responsáveis pela inclusão de pessoas cegas ou com baixa visão na sociedade brasileira.

Percebendo, naquela época, a carência de livros em braille no Brasil, criou em 1946, com a participação de outras normalistas, a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, que mais tarde recebeu seu nome.

Foi presidente do Conselho Mundial para o Bem estar de Cegos, atual União Mundial de Cegos, e recebeu diversos prêmios e medalhas nacionais e internacionais ao longo de seus mais de 63 anos de trabalho à frente da Fundação.

Fonte: Publishnews

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