sábado, 17 de abril de 2010

Querido John


Em 2 dias eu devorei esse livro, e quase todos que lêem meus blogs sabem que eu sou fã de Nicholas Sparks, por suas histórias amorosas e por eu ser um romântico inveterado sempre os temas que ele propõem me fisgam de uma forma que é quase impossível largar o livro.

Foi dele o primeiro livro em inglês que eu li, que me inspirou em alguns poemas como esse aqui e filmes maravilhosos como Noites de Tormenta, Diários de uma paixão e Uma carta de amor.

O livro nos mostra o poder das escolhas em nossa vida, o quanto um acontecimento mal resolvido pode alterar toda uma vida. A história conta a história de John um rapaz rebelde e em conflito com o pai decide se alistar no exército e tempos depois em uma de suas licenças na cidade natal, conhece a mulher da sua vida, Savannah.

E em pouco tempo surge uma paixão avassaladora, mas pontilhada pelo respeito e pelo desejo de compartilhar as mínimas nuances do sentimento, cada luar, cada momento é vivido em sua intensidade.

O casal tem que enfrentar a distância devido ao alistamento de John, sua base é na Alemanha, e também com seus dramas particulares, especialmente John que tem problemas de relacionamento com seu pai.

Em meio à toda essa turbulência o casal continua a se encontrar durante as licenças de John, mas alguns eventos começam a transformar os sentimentos e as oportunidades começam a desaparecer, e quando acontece os atentados de 11 de Setembro, uma carta de Savannah vai selar seus destinos para sempre.

O livro realmente me fisgou, não só pelo romance vivido pelo casal, mas pelo problema de relacionamento de John com o pai, igual ao que eu tive com o meu, e no final desse relacionamento as coisas se desenrolam muito parecidas com a que eu vivi com ele.

O livro tem um final sem clichês, de uma verdade bem realista, e no fim nos brinda com o reflexo do que é realmente o amor em sua concepção mais pura como um dia Paulo, o apóstolo descreveu.

Espero que todos leiam, e se emocionem como eu.

Existem verdades que a coragem ou a sociedade não apaga, todos nós precisamos amar e sermos amados, do soldado ao escravo, do homem comum ao presidente, o único problema é que temos medo de mostrarmos o que estamos sentindo.

Marcello Lopes.

5 comentários:

Luka disse...

Marcello,
Estou " verde abacate " de inveja de você.
Não vejo a hora de ler esse livro.
Eu queeeeero!!!!
Adorei sua resenha !
Beijos
Luka.

Kézia Lôbo disse...

Haa linda a resenha
haa e adivinha ganhei esse livro e
so estou esperando ele chegar para
começar a devorar..
Amoo N. Sparks tbm!!!

Simplesmente Outono disse...

Gostei tanto que será inevitável não voltar.
Quem sabe não estarei me encontrando em muitas das tuas letras?
Folhas secas pelo teu chão com extremo carinho e respeito.
Simplesmente Outono.
http://www.simplesmenteoutono.blogger.com.br

Lia disse...

Oi, Marcello
Adoro Nicholas Sparks...pena que em quase todos os livros dele alguém morre no final...esse tb é assim? rs

Renata de Aragão Lopes disse...

Grata pela resenha!

PS: também sou Lopes! : )

Beijo,
doce de lira