segunda-feira, 1 de março de 2010

PROGRAMAÇÃO DE LIVROS

Olá.

Estou fazendo a programação dos livros que eu quero ler, já que Fevereiro eu só li 5 livros no mês inteiro !!!!

Um absurdo para mim que estava acostumado a ler no mínimo 11 livros por mês quando morava em São Paulo, por isso escolhi apenas 6 livros, mas não me importo com a quantidade, o que me importa é o que os livros que escolho ficam pra sempre comigo, fisicamente e intelectualmente.

Mas vamos à lista dos 6 livros que eu vou ler :

  • Este livro traz a história real de Steve Lopez, um jornalista que, a caminho de casa, é atraído por uma bela canção de Beethoven; quem está tocando é Nathaniel Ayers, um morador de rua e ex-aluno da Juilliard, uma das escolas de música mais conceituadas do mundo. A forte pressão da escola, os problemas familiares e os surtos cada vez mais frequentes o levaram a abandonar o curso. Diagnóstico - esquizofrenia.


  • O retorno de Marianinho a Luar-do-Chão não é exatamente uma volta às suas origens. Ao chegar à ilha natal, incumbido de comandar as cerimônias fúnebres do avô Mariano - de quem recebeu o mesmo nome e de quem era o neto favorito -, ele se descobre um estranho tanto entre os de sua família quanto entre os de sua raça, pois na cidade adquiriu hábitos de um branco. Aos poucos, Marianinho percebe que voltou à ilha para um renascimento. Uma série de intrigas e de segredos familiares envolvem o pai do protagonista, Fulano Malta, sua avó Dulcineusa, os tios Abstinêncio, Ultímio e Admirança, e também as nebulosas circunstâncias em torno da morte de sua mãe, Mariavilhosa. Marianinho descobre também que o falecimento do avô permanece estranhamente incompleto.

  • Aos treze anos, Miyamoto Musashi matou um adversário no que seria o primeiro de uma excepcional série de célebres combates de espada. Aos trinta, já tinha despachado mais de sessenta lutas sem perder nenhuma, ele viveria outros trinta anos sem liquidar mais ninguém. Continuaria a participar de combates, mas agora simplesmente neutralizando os ataques dos adversários até eles reconhecerem suas habilidades nas mais diversas técnicas. A vida do lendário espadachim japonês está permeada de fatos e episódios históricos e pessoais trazidos ao público brasileiro na biografia O Samurai, A vida de Miyamoto Mushasi, de William Scott Wilson, escritor norte-americano especialista em língua e cultura do Japão. A obra é resultado de extensa pesquisa e traz ainda mapas e vários anexos, como desenhos de autoria do próprio Musashi, que além da habilidade com as espadas, destacou-se como pintor a nanquim, praticante de caligrafia tradicional, estudioso de poesia chinesa e adepto da filosofia zen-budista. Musashi foi uma lenda de seu tempo. Ignorando as convenções, ele preferia uma espada de madeira e em seus anos de maturidade nunca lutou com uma arma autêntica. Foi um mestre em aniquilar os inimigos usando recursos psicológicos que estudava exaustivamente antes dos combates. Musashi orientava seus estudos tão arduamente conquistados sobre as artes combatentes para metas espirituais de cunho zen-budista.

  • Neste romance, o maior crítico de gastronomia da França é desenganado pelos médicos e decide perscrutar a memória em busca do gosto perfeito. Em seu leito de morte, o grande crítico gastronômico Pierre Arthens é tomado pela última obsessão - lembrar­se do sabor que mais o enfeitiçara. A viagem aos meandros do paladar começa na infância do protagonista, quando as artes culinárias da avó desabrocharam seu talento, e termina na consagração do profissional que celebrava deliciado uma simples sardinha frita ou um inesquecível sorbet de laranja. No caminho, ele descreve a descoberta dos sashimis; a sensualidade dos tomates amorosamente colhidos na horta da casa de sua tia; o primeiro gole de uísque; o aveludado erótico da ostra. Sabores e odores  misturam-­se na memória do agonizante. Em contraponto às suas recordações surgem as vozes das vítimas de seu cinismo e egoísmo - a mulher e os filhos, a amante, o aluno, o gato de estimação e até mesmo a concierge Renée.
  • O autor nos fala dos livros de idéias e dos de sentimento, discorre sobre elementos que auxiliam na apreciação das obras.

  • Em branco e preto é uma antologia de textos publicados no jornal Folha de São Paulo sobre as artes brasileiras do início da década de 1990 até 2003. Organizada em seis áreas - artes plásticas, cinema, dança, literatura, música erudita, música popular e teatro, cada uma a cargo de um crítico especializado -, é um registro não só do que mais relevante se produziu no Brasil nesse período, mas também da forma como essa produção apareceu no jornal.
Marcello Lopes

P.S : Quando tiver terminado um deles, coloco a minha resenha.

Um comentário:

Luka disse...

Tô esperando as resenhas.
Não vejo a hora.
É uma pena mas você ia adorar participar do Desafio Literário.
Vamos na próxima, né !
Beijos
Luka.