quinta-feira, 2 de julho de 2009

Aleksandr Sierguêievitch Púchkin



De família aristocrática, frequentou a sociedade czarista como oficial da Guarda Imperial.

Influenciado pelas idéias liberais vindas da França, participou de uma fracassada conspiração, sendo deportado para o Cáucaso onde começou a escrever a sua obra e sob severa vigilância dos censores estatais e impedido tanto de viajar quanto de publicar, ele escreve sua mais famosa peça, Boris Godunov.

A literatura russa do século 19 deve muito a Púchkin, seu estilo de prosa influenciou Turguêniev, Dostoiévski e Tolstói.

Púchkin foi pioneiro no uso da língua coloquial em seus poemas e peças, criando um estilo narrativo - mistura de drama, romance e sátira - como poeta, fazia uso de expressões e lendas populares, marcando os seus versos com a riqueza e diversidade do idioma russo.

Foi amigo de Gogol, e com um projeto de desenvolvimento de uma literatura autenticamente russa, Púchkin lega algumas idéias como a da peça teatral O inspetor geral.

Gogol pediu uma comédia ao amigo, e Púchkin passou horas detalhando uma história como a "fábula fiscal" do Inspetor Geral.

Quando Gogol pediu um drama denso, Pushkin detalhou a ele um golpe de alguns senhores feudais russos que visava a obter recursos do Governo, para "investimentos", apresentando documentos de escravos já falecidos como se ainda vivos fossem.

Tal idéia foi desenvolvida na grande obra de Gogol Almas Mortas, inacabada.

Algumas de suas obras:




  • Ruslan & Ludmila (1820)




  • A saga de Gabriel (1821)




  • O prisioneiro do Cáucaso (1821)




  • A fonte de Bahçesaray (poema) (1822)




  • Os ciganos (1827)




  • Poltava (1829)




  • Pequenas tragédias (que inclui O convidado de pedra, Mozart e Salieri, O Cavalheiro avaro e Festa durante a peste) (1830)




  • Boris Godunov (drama) (escrito em 1825, publicado em 1831)




  • O conto do abade e seu servo Balda (poema) (1830)




  • Contos do defunto Iván Petróvich Belkin (prosa) (1831)




  • Conto do Czar Saltán (poema) (1831)




  • Eugenio Onieguin (novela em verso) (1825-1832)




  • Conto da princesa morta e os sete cavalheiros (poema) (1833)




  • O ginete de bronze (poema) (1833)




  • A dama de espadas (1833)




  • O galinho dourado (poema) (1834)




  • Conto do pescador e o peixe (poema) (1835)




  • O dono da estação




  • A história do motim de Pugachev (prosa, não ficção) (1834)




  • A filha do capitão (prosa) novela histórica romântica de Pugachovshchina, vida e época de Pugachov. (1836)




  • Kirdzhali (Kircali) (novela curta)




  • De visita outra vez (poema)




  • História do vilarejo de Goriujina (inacabada)




  • Cenas de tempos cavalheirescos




  • Noites egípcias (poema)




  • Para A.P. Kern (poema)




  • Os irmãos do ladrão (teatro)




  • O negro de Pedro o Grande (novela)




  • O conde Nulin




  • Noite de inverno

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