sexta-feira, 26 de junho de 2009

Soldado israelense capturado será levado ao Egito


O soldado israelense Gilad Shalit, capturado por militantes palestinos na Faixa de Gaza há três anos, será transferido para o Egito nas próximas horas ou dias, disseram fontes diplomáticas da Europa ao jornal Haaretz nesta quinta-feira, 25.


foi capturado no dia 25 de junho de 2006, quando participava de uma patrulha perto da fronteira de Israel com a Faixa de Gaza. Três organizações palestinas assumiram a responsabilidade pela captura de Shalit â€" o Hamas, o Comitê de Resistência Popular e o Exército do Islã â€" porém, poucos meses depois, o braço armado do Hamas assumiu as negociações relacionadas à libertação do soldado.

Durante os três anos de negociações intermediadas pelo Egito, o Hamas não concordou em alterar as suas exigências, que incluem a libertação de cerca de mil prisioneiros palestinos em troca de Shalit. Entre esses mil prisioneiros estão 450 descritos por Israel como "prisioneiros com as mãos manchadas de sangue", como, por exemplo, responsáveis por atentados que mataram centenas de civis israelenses.


A pressão sobre o governo foi reforçada com os resultados de uma pesquisa de opinião divulgada pelo maior site de noticias do país, o Ynet, que disse que 69% dos cidadãos judeus israelenses apoiam a libertação de prisioneiros palestinos, inclusive prisioneiros que estiveram envolvidos na morte de israelenses, em troca do soldado.


O governo israelense respondeu à captura de Shalit com incursões na Faixa de Gaza que resultaram na morte de mais de 2,5 mil palestinos.


Pelo menos 10 mil palestinos ficaram feridos, milhares perderam as suas casas, e Israel endureceu o bloqueio à Faixa de Gaza, levando a região a uma profunda crise econômica e social.

O governo israelense anunciou que não vai suspender o bloqueio enquanto Gilad Shalit não for libertado e que não permite a entrada de cimento e ferro na Faixa de Gaza , impedindo a reconstrução da região, que foi gravemente danificada pela última ofensiva israelense, em janeiro deste ano.


-> Fico me perguntando quem é o verdadeiro terrorista dessa história ????


Os grupos de resistência erram ao meu ver em atacar a população civil israelense, deveriam atacar apenas alvos militares, assim seriam poupados as crianças e mulheres civis de mortes estúpidas.


E o povo palestino seria poupado do massacre que os judeus promovem com a justificativa de responder á altura os ataques.


Veja apenas os números dados nessa reportagem :


- 2.500 mortos por causa de 1 soldado sequestrado !!!!!


- 10.000 feridos por causa de 1 soldado sequestrado !!!


- Uma cidade inteira destruída por causa de 1 soldado sequestrado !!!


O embargo de areia e cimento para que não se reconstrua a cidade é de uma maldade excepcional !!!


Isso é proporcional ?????


Acredito que seja apenas uma desculpa para o plano de limpeza étnica que Israel promove desde que se estabeleceu na Palestina.


E a lei de Moisés ainda prevalece em Israel, infelizmente eles não aprenderam nada com o sofrimento imposto pelos alemães, de vítimas se tornaram algozes.


Marcello Lopes

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